No dia 11 de Setembro de 2001 o mundo parou para ver a queda de um dos maiores símbolos americanos, o World Trade Center. As imagens das pessoas que fugiam da nuvem imensa que envolvia tudo à sua volta correram o mundo. As quedas-livres daqueles que saltaram pelas janelas mostraram o desespero da situação. Morreram cerca de 2800 inocentes. Mas não havia nenhum alto dirigente lá dentro e os 4000 funcionários estavam numa gala de caridade. Feliz coincidência!... ou coincidência a mais?
Desde esse dia que várias questões têm sido ficado sem resposta, umas vezes abafadas, outras tantas só comentadas nos "subúrbios". A verdade é que muitos casos estranhos aconteceram durante estes ataques: caixas negras que nunca foram encontradas; destroços de avião que simplesmente não existiam; chamadas de telemóveis a partir de aviões desviados que nunca poderiam ter sido feitas; a própria queda das torres é contestada pelos arquitectos e engenheiros civis. Segundo eles, as torres estariam preparadas para aguentar com um ataque destes. Mesmo que não estivessem, a forma como elas caíram não condiz com o ataque que (supostamente) sofreram, mas sim com uma "implosão" (muitas empresas de construção civil servem-se deste método para destruir grandes edifícios sem causar danos nas zonas circundantes, colocando pequenos explosivos em locais estratégicos. O efeito é uma "explosão em vácuo"). Agora que sabes destes pormenores tenta ver de novo as imagens. Vais tu também encontrar pequenos detalhes "estranhos".
A "Toda-Poderosa" América estava a ser atacada. O terror espalhou-se pela população mundial. O autor moral devia ser castigado. De um momento para o outro, o Iraque foi acusado da posse de armas nucleares. Era necessário pará-los! O mundo uniu-se aos EUA contra os "terroristas" talibãs que, em nome da vingança, da ira e de um deus pagão mataram milhares. As tropas americanas entraram no Afeganistão, o alvo era Bin Laden. Seis meses depois, o Iraque foi também invadido mas já ninguém de preocupava com o terrorista mais procurado do mundo.
Parece que o ataque até saiu bastante lucrativo para os Estados Unidos: livraram-se de um dos edifícios mais dispendiosos do Estado; conseguiram o apoio do mundo todo e, por fim, ganharam o controlo sobre os principais países exportadores de combustíveis fósseis. Um trabalho limpo que "mata vários coelhos de um tiro só"!...
Nos primeiros momentos do dia 21 de Julho de 1969, o mundo parou para ouvir uma única voz, vinda de um além distante:
“Um pequeno passo para o Homem, um grande passo para a Humanidade”
Homem na Lua
A pergunta levanta-se: será o Deserto de Nevada assim tão longínquo? A verdade é que a nossa geração nasceu na Era Espacial. Afinal, já conseguimos chegar à Lua! Será? Mas ninguém (ou quase ninguém) pôs isso realmente em causa.
Quando começamos a ver as imagens que nos aparecem sobre o célebre acontecimento, apanhamos pequenos pormenores que nos parecem um pouco “estranhos”. Aquilo que vou mostrar a seguir são fotografias retiradas do site oficial da NASA (NationalAeronauticsandSpaceAdministration – Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço). Por baixo de cada imagem podem encontrar o link de acesso a cada fotografia (peço desculpa se algum dos links não funcionar).
Esta fotografia está na abertura de uma das secções de História do site oficial da NASA. Como pode algo tão flagrante estar assim exposto? Na Lua existe apenas uma fonte de luz (o Sol), logo, as sombras só poderão ter uma direcção, sendo paralelas entre si. Isso não acontece… Nesta fotografia temos quatro direcções diferentes, marcadas por um risco vermelho.
Temos agora duas imagens da Terra vista da Lua. É estranho que o nosso planeta tenha dimensões tão absurdamente diferentes, quando é visto através do mesmo ângulo. Segundo dados da NASA (a mesma que possui estas fotografias), a massa do Planeta Terra é 81 vezes superior à da Lua. A desproporção da Terra nas duas imagens leva a crer que não passem de “montagens”. Mas relembro que são apenas suposições!
É preciso que se tenha em consideração uma importante particularidade da Lua: o facto de ela ter dimensões muito reduzidas faz com que a sua força gravítica (a mesma força que nos mantém atraidos pelo planeta, ou seja, com os pés no chão) seja quase nula, inexistente. Por sua vez, não havendo força gravítica, a Lua nunca conseguiu formar uma atmosfera, por isso, lá não há qualquer tipo de gás, como é o oxigénio ou o vapor de água.Nesta célebre imagem encontram-se dois factos gritantes:
Por um lado, a inexistência de atmosfera contribuiria para que a paisagem espacial fosse límpida e o brilho das estrelas fosse incandescente. O que nós deveriamos ver em todas as fotografias era um céu brilhante, cheio de estrelas. Muito mais do que o que se vê da Terra numa noite limpa. O facto é que, para qualquer fotografia que se olhe, apenas se vê um fundo completamente negro e opaco.
Em segundo lugar, se não há atmosfera, não há ar, muito menos vento. Então, porque ondula a bandeira dos E.U.A? Penso que se deve ao prestigio…
Se não há atmosfera, não há ar e não há humidade. Se não há humidade estas pegadas nunca poderiam ter sido feitas. Nem estas, nem todas as outras que se encontram na grande parte das fotografias. A não ser, claro, que esta não fosse realmente a superfície lunar… Mais uma vez, como a Lua não tem atmosfera, ao contrário do Planeta Terra, não possui uma camada da gases protectores que controlem a passagem dos raios solares. A sua temperatura varia diariamente entre os -153ºC e os 107ºC. Há quarenta anos atrás ainda não se sonhava com a fotografia digital. O filme em que se forma o negativo de uma imagem, numa máquina convencional (igual às que foram usadas nesta missão), é extremamente sensível á variação da temperatura. Logo, esse filme nunca resistiria a tamanha variação. Nem o filme, nem o Homem! O que levanta outra questão: sem atmosfera, a radiação do Sol atingiria o Homem no seu estado puro, o que lhe era indiscutivelmente fatal, tivesse o equipamento que tivesse.
Esta é a Apollo 11, a nave que nos levou à Lua. Podemos colocar várias questões:
I – “Isto” voa? II – Onde está o enorme depósito necessário à reserva das toneladas de combustível que alimentariam os propulsores para a viagem de regresso? III – Onde estão os indícios de que tivesse sequer ali aterrado algum objecto com propulsores? IV – Alguma vez um astronauta aterrava justamente à beira de uma cratera?
Continuando... Hoje em dia, passados quarenta anos de desenvolvimento tecnológico exaustivo, através dos equipamentos mais avançados, uma mensagem demora 2 segundos para ser recebida do outro lado do planeta. Até que seja recebida de novo leva mais dois segundos, o que faz um total de quatro segundos. Na noite em que a Apollo 11 aterrou, a transmissão estava a ser feita em directo! E sem compassos de espera!...
A referência, no início deste artigo, ao Deserto de Nevada não foi em vão. Este local serviu de campo de treino da missão à Lua e, devido às suas semelhanças com a superfície lunar, talvez o aventureiro Armstrong se tenha confundido…
Por último, um outro facto também bastante interessante é saber que o Homem foi à Lua seis vezes em três anos, todos no período da presidência de Richard Nixon – o mesmo presidente que manchou a imagem d’A Toda-Poderosa América, no famoso caso Watergate que o levou a demitir-se do cargo. Ao que parece, já tinha antecedentes…
Á semelhança da edição anterior do ‘Saco de Segredos’, deixo outras duas questões no ar:
1ª- Qual a razão de toda esta suposta encenação? 2ª- Se a NASA não levou o Homem à Lua, onde foram parar os repetidos fundos investidos pelos E.U.A ao longo de tantas décadas?
Já alguma vez te perguntaste se realmente o Homem foi à Lua? De certeza que ouviste falar mais do que uma vez da “Área 51”! E os extraterrestres? Interessante… Melhor!: Terá sido o 11 de Setembro um ataque “terrorista”? Al-Quaeda? Este espaço está aberto à discussão! Vem conhecer os factos. As opiniões são tuas!
Tema I – Área 51, a fortaleza OVNI
A “área 51” é o nome de uma base militar restrita situada no deserto de Nevada, perto do Lago Groom Dry, nos Estados Unidos da América. Esta área, também conhecida por DreamLand (Terra da Fantasia) ou The Ranch (A Fazenda), tornou-se mundialmente conhecida depois da década de 70 e dos supostos acontecimentos alienígenas desses anos.
Toda a área 51 está fortemente protegida. Em seu redor podemos encontrar placas a avisar que é uma base militar completamente restrita e que quem passar além dos seus limites será detido sem qualquer explicação. São proibidas fotografias. As únicas imagens legais que podemos encontrar são tiradas via satélite (tipo Google Earth), como podemos ver pela imagem à direita. Por isso, a qualidade é muito fraca e não podemos fazer muitas mais “investigações” acerca, por exemplo, dos seus supostos prédios subterrâneos de vinte andares. Um outro facto curioso é o de que, apesar de saber-se (ou pelo menos, suspeitar-se) que esta base existe desde a década de 70, o Governo dos EUA só afirmou pública e formalmente a sua existência em 1994, e com extremas restrições. Estranho?...
O terreno desta unidade é gigantesco; no entanto, a base aérea para que supostamente (mais uma vez) se destina ocupa apenas uma pequena fracção dele. Esta base é tão secreta que os convencionais mapas civis ou militares não a identificam, a não ser que seja destinado ao uso de autoridades de altíssimo escalão. A sua curiosidade aguça-se quando se sabe que o presidente Bill Clinton assinou em todos os anos do seu mandato um documento em como mantinha o sigilo acerca desta base; tarefa essa que passou para o seu sucessor Georges W. Bush e que ele cumpre fielmente.
Sabe-se também que, precisamente aqui, eram testados armamentos secretos desde a Segunda Guerra Mundial, motivo mais que suficiente para manter o interesse dos Estados Unidos em garantir a segurança e confidencialidade desta base.
Ao que parece, a unidade ganhou uma nova função a partir de 70. Os UFO (unidentified flying object, do inglês, Objecto Voador Não Identificado) acidentados e resgatados em todo o planeta na vaga de visitas à “Nossa Casa”, eram (ou continuam a ser) levados para a área 51 e para outras unidades idênticas a esta, espalhas por todos os Estados Unidos. Nestes supostos laboratórios são feitas supostas experiências secretas com os supostos extraterrestres. Julga-se até que humanos e os “outros seres” já comunicaram e, inclusive, fizeram “pactos”.
Resta saber duas pequenas coisas: Primeiro: Será que alguma vez saberemos exactamente o que se passa dentro da área 51? Segundo: É a área 51. Isso implica que existam, pelo menos, mais 50 áreas idênticas?
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